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MEU ORIENTADOR


Oi sou a Joan, tenho 26 anos, sou morena clara, 1,60 de altura, adoro fazer exercícios fisicos, malhar e por isso tenho um corpo estilo gostosona, corpo violão. Estou cursando mestrado e foi ai que me apaixonei pelo meu orientador, o Marco.
Tudo começou quando eu o vi pela primeira vez na universidade que estudo, em 2016. Ele é um homem de 38 anos, italiano, loiro e bem charmoso. Não há nada anormal em alunos e professores/orientadores de nível superior se envolverem, ah não ser que isso possa trazer algum prejuízo a vida acadêmica. No caso do meu orientador, o único problema é que ele é casado, e eu também. Mesmo com esse empecilho, não parei de pensar nele nem por um momento desde que o conheci. Por causa do meu projeto de mestrado, tinhamos que nos encontrar regularmente a cada quinze dias, o que me deixava ansiosa e excitada para vê-lo. Ele como sempre muito respeitador, o que me encantava ainda mais. Nossas conversas se limitavam as teorias que iria utilizar em meu projeto, e em poucos momentos falavamos do que gostavamos de fazer fora da universidade, pois ele era bem discreto. E a cada encontro, eu tentava provoca-lo sempre que podia. Colocava roupas justas, decotadas e que o atraíssem, mas sem mostrar demais, para atiça-lo. Mordia os lábios, olhava fixamente pra ele, tocava nos meus seios como quem não quer nada, e ele ficava constrangido, mas não falava nada que me permitisse ir mais fundo nas insinuações. Com o tempo pensei que nada ia acontecer, e as vezes batia o remorço por estar pensando e agindo daquela forma para seduzi-lo, pois amo meu marido e não queria perde-lo, mas me casei muito cedo e por isso não tive muitas experiência sexuais.

Mas o desejo é como disse Oscar Wilde, "Neste mundo, há apenas duas tragédias: uma a de não satisfazermos os nossos desejos, e a outra a de os satisfazermos." E eu fui consumida pelo desejo de ter aquele homem bonito, charmoso, e com um sotaque delicioso e que eu queria que falasse aos meus ouvidos na hora do sexo. Com o passar do tempo, nossos encontros tiveram que se intensificar pois se aproximava minha defesa de dissertação, pois também tinha passado no doutorado e o tempo era curto. Aproveitei todo o tempo a mais que passei com ele para investir nas insinuações: Além das taticas que estava usando, passei a colocar as mãos em algumas partes do corpo dele, sem que ele reagisse, ficava com os lábios perto dos dele quando ia mostrar algo no computador, e continuava com as insinuações e elogios. Em um certo momento ele me perguntou o que eu achava dele, e eu prontamente, sem nem respirar disse: "acho você uma delicia", ele perguntou: "como assim?", e eu retruquei:"você não disse em que âmbito. Como professor, você é um dos melhores, como orientador é maravilhoso, e como homem eu te acho uma delicia, pena que nunca experimentei seu sabor." Ele ficou calado, quase atônito, sem acreditar no que ouvia, e depois de um silêncio constrangedor entre nós dois, ele disse: "E se eu deixar você experimentar o meu sabor?", eu não pensei duas vezes, pulei em cima dele que estava sentado, sentei no seu colo, e comecei a beijá-lo intensamente. O beijo foi maravilhoso, fiquei sem ar, e ele tocava o meu corpo que tremia todo de tanto desejo e tesão que eu sentia. Quase não acreditei que aquilo tava acontecendo.

Após beijar minha boca intensamente, ele abriu minha blusa, que era de botão, e começou a beijar meu pescoço e decer para os meus seios, e lambia, chupava e dava uma mordidinha de leve no biquinho duro. Aquilo me levou a loucura. Comecei a tirar a camisa dele também, e sentia seu pau duro dentro da calça, o que me deixou toda molhada. Ele percebendo o meu tesão, começou a levantar minha saia, afastando minha calcinha e enfiando os dedos na minha xoxota, e me masturbando. Eu pensava, "meu deus, que homem é esse". Meu tesão foi tanto, que me levantei do colo dele, abri sua calça e peguei no seu pau e comecei a mastubá-lo, e depois chupa-lo. Eu chupei tanto aquele caralho que fiquei com a boca dolorida, mas a cada chupada ele ia a loucura, se contorcia e dizia: "vai gostosa, ensina teu orientador a ir a loucura vai. Me deixa te fazer mamar. Eu já tava querendo isso a muito tempo. Eu queria ver você chupando meu pau minha putinha". Aquilo me deixou ainda mais louca, tudo o que eu queria estava acontecendo, eu estava num sexo bem gostoso, e ouvindo aquele sotaque maravilhoso. Eu continuei levando ele a loucura, chupando e mordendo a cabeça do pau dele. E não demorou muito até ele gozar no meu rosto. O prazer dele em fazer aquilo comigo foi perceptivel, ele estava nas nuvens, assim como eu. Depois de gozar nos limpamos e fomos tomar uma agua para o segundo Round, até porque estavamos na sala dele na universidade e precisavamos ter cuidado para que ninguém que viesse a procura-lo, nos pegasse naquela situação.

Após a água, esperei o pau dele ficar pronto de novo, e recomeçamos. Agora era a vez dele me fazer gozar. Ele começou a me chupar, e fez maravilhosamente bem. Chupou e lambeu minha xoxota de maneira tão gostosa que eu tive orgasmos múltiplos, isso nunca tinha me acontecido antes, eu fiquei em êxtase, fui ao céu, e sem poder gemer alto pra não fazer muito barulho. Aquilo tava muito bom mas ia ficar ainda melhor, após me ver gozar ele disse: "agora vou mostrar do que teu orientador é capaz, você vai saber o que é um pau de verdade sua cachorra gostosa". Ao mesmo tempo eu gemia de prazer por aquilo estar acontecendo, e admirava o fato do Marco usar aquela linguagem no sexo. No fim das contas todos os homens são parecidos no sexo.

Continuando... Ele começou a me penetrar, seu pau era tão grande e grosso, que achei que não ia caber, mas de maneira delicada, e calma, ele foi me abrindo. Depois de ter enfiando tudo, o tesão que senti foi tão grande, que pedi pra ele me fuder com força e num ritmo acelerado. eu dizia, "Marco me fode, leva tua orientanda a loucura, vai fode gostoso, que sentir você todo em mim", e quanto mais eu falava, mais ele bombava com mais força. A cada movimento de bombada que ele dava com o pau dele, eu ia a loucura, gemia de prazer e mordia minha blusa pra não gritar e chamar a atenção de ninguém. Após me ver gozar mais uma vez, e ficar completamente sem forças de tão relaxada que estava, ele tirou pra tentar colocar no meu cuzinho, mas como nunca tinha dado antes, pedi pra tentarmos uma próxima vez, porque na primeira tentativa que ele fez pra enfiar o pau, eu não aguentei a dor. Ele me beijou mais uma vez intensamente, e disse que tudo bem, mas que ia ficar pra próxima, pois ele não ia perder a oportunidade de perder o meu cuzinho. Enfiou novamente na minha xota e depois de algumas bombadas gozamos juntos de prazer.
Ficamos nos beijando, e conversando sobre aquele fim de tarde e "orientação" maravilhosa. A partir daquele dia passamos a nos encontrar regularmente para aquele tipo de orientação, principalmente porque ele vai continuar me orientando no doutorado. Mas ai são histórias pra outros contos.



Enviado por JOAN em 04/02/2018

 

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