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A mulher de seu Antônio


Meu nome é João, tenho 30 anos, trabalho como pintor, no fim do ano retrasado seu Antônio, um português que é dono da padaria aqui no bairro onde moro, me contratou pra pintar a casa dele toda, por dentro e por fora, ele me disse que foi uma exigência da esposa dele que não aguentava mais ver a casa com a pintura velha e desbotada, fazia anos que ele não pintava a casa, todos na área sabem como ele é mão de vaca. E ainda por cima tem fama de ser corno na região, muita gente comentava que a esposa dele já tinha pulado muito a cerca, inclusive diziam que ela já teve caso até com um antigo taxista aqui da praça. Pois bem no meu primeiro dia de serviço, percebi que aquele trabalho ia ser demorado, pois a casa era enorme e tinha muita coisa pra ser feita. Seu Antônio saía bem cedo pra abrir a padaria e só vinha em casa na hora do almoço, depois voltava e só chegava bem tarde da noite depois de fechar. Eu comecei então fazer o meu serviço tranquilamente, dona Beth a esposa de seu Antônio, passava o dia todo em casa, e passou a ser muito atenciosa comigo, me tratava bem, me dava café de manhã, me servia almoço e café da tarde, toda hora me oferecia água gelada, sempre que podia puxava assunto comigo, gostava de um papo a coroa. Na segunda semana eu e dona Beth já éramos praticamente amigos íntimos. Ela é uma coroa que já deve ter quase seus 60 anos, mas é muito bonita ainda, e bem conservada, tem pernas bonitas e lisinhas, coxas grossas e uma bunda bem redondinha e empinada, e um belo par de seios, dava pra notar que eram bem gostosos e firmes, ela gosta de usar muitas blusas decotadas, ou vestidos desses bem soltinhos que deixam as penas toda de fora, em fim uma coroa bem gostosa que ganha de muitas meninas novinhas. Seu Antônio ao contrário, já estava bem acabado, perto dos seus 70 anos, era um homem bem mal tratado, carregava um rosto bem envelhecido e cansado por anos de trabalho, e uma barriga que não tinha mais tamanho. Dona Beth se soltava mais e mais comigo a cada dia de trabalho, e passou a usar roupas cada vez mais ousadas, ela tinha mania de chegar bem perto de mim quando a gente conversava e gostava de por a mão no meu ombro, comecei desconfiar que ela estava com segundas intenções, sempre muito perfumada, ela parecia que queria mesmo me provocar, mas eu me fazia de desentendido e continuava meu trabalho no maior respeito. Cada dia que passava dona Beth se jogava mais pra cima de mim, já tava evidente que a safada queria rola, e que os boatos que rolavam pelo bairro eram verdade mesmo, ela só faltava esfregar na minha cara, eu não sabia até quando eu ia aguentar aquela situação, seu Antônio já nem devia comer mais ela, já devia ser um rola cansada, e ela inteirona, devia ter muito fogo na buceta ainda. Numa bela sexta-feira, por volta das sete e meia da manhã, eu ainda nem tinha começado trabalhar, dona Beth me apareceu com uma camisola bem transparente e com uma calcinha bem pequena que era só um fio atrás toda enfiada na bunda, e com os seios bem amostra, eu quase caí duro pra trás, meu pau ficou tão duro que parecia querer saltar pra fora da bermuda, dona Beth com a maior cara de safada, me olhou e me perguntou na lata se eu ia ficar ali parado ou se ia dar o que ela queria, na hora eu não pensei em mais nada e fui pra cima dela. Comecei agarrar e beijar na boca de língua, como beija bem a safada, tirei minha roupa mais rápido que um foguete, e Dona Beth já foi logo me jogando no sofá e caindo de boca no meu pau, ela chupou tão gostoso meu cacete que não aguentei e anunciei que ia gozar, ela tirou da boca, colocou meu pau entre os seios, e pediu pra eu despejar tudo, obedeci e soltei os jatos de porra que deixaram ela toda lambuzada. Fomos pro chuveiro e tomamos um banho juntos, com direito a muita sacanagem, logo meu pau já estava duro novamente, fomos pra cama e ela deitou de pernas bem abertas, pedindo pra eu meter logo a piroca na bucetona que ela tava doida de tesão, mas antes eu fiz questão de dar uma bela chupada naquele xotão lisinho e perfumado, chupei e lambi toda xana e até o cuzinho rosado, dona Beth chegava se retorcer de tanto tesão, e puxava minha cabeça com as duas mãos pra cima do bucetão, parecia que queria que eu sugasse tudo com força, eu já tava sentindo o gosto do gozo na minha boca. Quando vi que ela já tava no ponto, enterrei a pica de uma vez só e ela soltou um gemido muito alto que me deixou com mais tesão ainda, ela gritou que tava gozando e pediu pra eu não parar, eu bombei forte meu pau no bucetão greludo de dona Beth, eu por cima, e ela com as pernas em vota da minha cintura, ela fodia e pedia pra eu xingar, e eu xingava de vagabunda, e ela me pedia pra xingar mais, eu xingava de puta de piranha, de rampeira, e ela gritava no meu ouvido pra eu não parar, aí eu chamava ela de filha da puta, de quenga, mulher de zona, e socando a vara pra dentro, e ela dizia: isso, isso, assim que eu gosto, vai caralho, come essa vagabunda, come essa putona...
E foi assim que ela gozou de novo, e soltou um grito, senti até o corpo dela estremecer, como eu já tinha gozado uma vez, meu pau ainda tava muito duro, sempre demoro pra gozar a segunda vez, pedi pra dona Beth ficar de quatro, passei um creme que estava na cabeceira no meu pau e no cuzinho dela, ela olhou com cara de safada e perguntou se eu ia comer gostoso a bunda dela, posicionei a cabeça no buraquinho e o pau foi escorregando pra dentro, ela soltou um gritinho de dor quando passou a cabeça, mas aguentou sem reclamar meus 20cm de rola grossa pra dentro do rabo, que cú gostoso, apertadinho e quente, fodi gostoso segurando ela pela cintura, as bolas chegavam bater na buceta, gozei dentro do rabo de dona Beth, a porra escorreu igual cachoeira pra fora. Descansamos uma meia hora, e ela já estava montada no meu cacete de novo, sentou e rebolou com vontade, fudeu e gozou até cansar e meu pau ali firme, quando ela já não aguentava mais, saiu de cima e bateu uma punheta até me fazer gozar, depois pegou uma toalha e me limpou. Então eu me vesti e voltei pro serviço. Na hora do almoço, seu Antônio chegou e encontrou a esposa numa felicidade só, ele até perguntou a ela em tom de brincadeira se ela tinha visto o passarinho verde, e ela respondeu que ele nem fazia idéia do tamanho do passarinho, ele fez que não entendeu, almoçou e voltou pra padaria. Dona Beth no final do dia falou pra mim que adorou aquela manhã, e ia querer repetir, respondi que eu estava as ordens, e a partir daí, todas as manhãs ela já me esperava sem calcinha, e a gente trepava muito antes de eu começar o trabalho. Quando meu serviço terminou, dona Beth ainda dava um jeito de se encontrar comigo duas vezes por semana em um motel, ela pagava tudo e ainda me enchia de presentes, até uma moto ela me deu, ficamos juntos durante meses, depois a gente teve que dar um tempo, pois seu Antônio andava desconfiado das saídas dela. Nesse meio tempo arrumei uma namorada e terminei de vez com dona Beth. Mas foi bom enquanto durou.



Enviado por João Vitor em 04/02/2018

 

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