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Rosinha


Naquele tempo, com vinte e poucos anos, eu não passava mais de uma semana sem comer um rabo. Sempre que possível, evidentemente, de uma mulher. Sim, porque algumas vezes, comia, também, a bunda de um veado, amigo de infância e vizinho, na comunidade. Nesses casos não comia qualquer um, não. Procurava um que fosse bem jovem e feminino e que tivesse uma bunda grande e bonita. E que fosse, também, delicado e submisso.
Mas, bom mesmo era o rabo de uma mulher, geralmente grande, com carnes abundantes e macias Naquela época, vivia estressado, tenso e nervoso, trabalhava e estudava muito. Uma vida agitada. E só relaxava quando enrabava alguém. Mas mesmo assim, não era com qualquer mulher, também. Não era qualquer bunda. Procurava sempre uma que fosse bem grande, larga, proeminente (isso era importante para mim). E sabia sempre onde encontrar alguma.
E lá estava eu, feliz da vida, comendo uma bunda, louco por um cu.
Mas..., naquele dia foi diferente. Foi um dia especial. E esse caso vale a pena eu contar.
Como de costume, resolví procurar a Dna. Rosinha. Era uma senhora idosa, gorda, que vivia da cafetinagem e sempre arranjava o que a gente queria. Era conhecida por muitos amigos meus. Morava num apartamento, perto da Rua Riachuelo, frequentado por esses tipos de mulheres. Nessa região, havia muitos lugares iguais a esse, onde se fazia uma boa sacanagem, discretamente, pagando-se pouco. Por lá eu já estava acostumado a comer muita bunda.
Era uma segunda-feira, dia nublado e triste. Pouca gente na rua. E menos, ainda, alguém procurando mulher. Depois de um final de semana, isso era normal. Lá chegando, no horário de almoço, encontrei apenas uma mulher disponível. Era bonita, morena, corpo cheio, quadris largos. Estava sentada na sala à espera de algum cliente. Pareceu-me boa de rabo, mesmo vista de frente e estando sentada. É assim. Rabo grande se conhece até mesmo de frente. Aproximei-me dela, sem rodeios e disse que estava doido para comer uma boa bunda. Ela achou graça, soltou uma risada, mas recusou, dizendo que não fazia essas coisas. Não estava acostumada com isso. Era casada e achava esse ato contra a natureza. Só fodia na moda tradicional, na boceta, do jeito "papai e mamãe".
Mas, o meu caso era outro, sem dúvida. Não ia gastar dinheiro para dar uma "trepada" assim, tão trivial. Foda normal só de graça, mesmo. Queria uma bunda gostosa. Queria comer, enfim, um cu.
Chamei a Rosinha e conversamos a respeito. Ela não perdeu tempo. Tratou logo de tomar as devidas providências, como sempre fazia. Ligou para outro apartamento, contatou com alguém e me disse que o meu problema já estava resolvido. Mandou-me esperar um pouco.
-Vem aí uma menina legal pra você. - falou no meu ouvido.
Minutos depois, a campainha tocou e chegou uma moça bem jovem. Era uma menina, com a aparência de uns quinze anos, talvez menos. Moreninha, bonitinha. Uma bonequinha. Vestia um short bem curto e apertado que realçava ainda mais a sua bunda bem feita, empinada, cheia de carne, e exibindo duas coxas muito grossas e bem torneadas. Coisa de enlouquecer até um bispo!
Mas... Dirigiu-se direto para um dos quartos, sem falar com ninguém e sem olhar sequer para os lados.
A principio, não imaginei que fosse ela que eu ía enrabar, pois não me foi apresentada pela Rosinha, quando entrou. Poderia ser, apenas, uma das garotas que andavam por lá fodendo e que saiam e entravam regularmente.
Mas... logo depois, a Rosinha me chamou:
-Pode entrar, que ela já está no quarto te esperando.
Sentí um grande impacto. Cheguei a me arrepiar naquele momento. Um calafrio percorreu-me o corpo todo.
Era maravilhoso! Eu ía enrabar aquela menina gostosa? Que bundinha maravilhosa!...Que loucura! Eu não esperava tanto.
Entrei no quarto, ansioso.
Não era uma bunda muito grande, como eu, a princípio, imaginava, mas era uma bunda linda, atraente e mais ainda, de uma menina na flor da idade.
Fiquei imediatamente excitado. Tremia de emoção. Já estava de pau duro. E enlouqueci mais ainda, com o que ví. A menina já estava na cama, nua, deitada de bruços, com a bunda empinada, me esperando para levar pica. Era dessas bundas que dá vontade de beijar, de lamber e até de comer com a boca, antes de se enrabar. Bem feitinha, redondinha, durinha, carnuda, lisinha, morena, enfim, apetitosa. Digna de ser fodida por um príncipe ou por um rei.
Apesar de toda essa naturalidade aparente, a garota parecia estar com vergonha, ou algum outro receio qualquer, pois não me olhou de frente, em nenhum momento, desde que havia entrado naquele apartamento. E também nada falava. Mas estava ali, deitada, pronta para me dar o rabo. Isso era muito importante.
Com a pica ardente e pulsando de tanto tesão, testículos intumescidos, tirei a roupa e me atirei na cama, sobre ela, sem perder tempo, pronto para foder aquela criança.
Como preliminar, fiquei acariciando aquela bundinha maravilhosa, por longos minutos. Foi então, que notei, com surpresa, que ela já havia passado vaselina no cú, para facilitar a penetração. Nada mal, pensei. Assim vai ser mais fácil. Não vou esfolar o meu pau, como acontecera outras vezes, com um cu talvez apertado.
Embora bastante excitado, não quis enrabá-la logo. Beijei, mordí, lambí, aquela bunda linda, esfregando a cara naquelas carnes macias e quentes, voluptuosamente, antes de penetrá-la. Apertei-a, belisquei-a, ao mesmo tempo que contemplava, no fundo, aquele orifício marrom, onde eu logo penetraria.
Logo, então, arreganhei-lhe a bunda com a mão, coloquei a piroca naquele ponto erótico e empurrei com firmeza. Senti-me penetrar fundo em toda a extensão do seu intestino.
-Huuuummmmmnn....- a menina soltou um suspiro e um gemido profundos, relaxando as pernas, antes retesadas.
-Que cú gostoso! - exclamei, exaltado - adoro comer um cu, filhinha!, adoro comer um cu! - repeti.
Ela não teve nenhuma outra reação, a não ser suspirar. Não falou nada. E nem reclamou do tamanho da minha pica, como outras mulheres costumam fazer, nessa hora. Suportou calada a minha vara. (Já tive o caso de um veado novo, bem feminino, que pediu até para eu gozar só nas cochas, quando viu o tamanho da minha pica, e ao contrário de outros que geralmente apreciam muito uma trolha bem grande).
Voltando à menina.
Entrou tudo, fácil, fácil, alargando imensamente o diametro daquele orificio, aparentemente apertado, mas lubrificado pela vaselina e pelas dedadas que eu lhe havia aplicado nas carícias preliminares.
Pelo que parecia, a menina parecia já acostumada a engolir piroca de qualquer calibre na bunda, pela maneira como se comportou. Já devia ter escondido muita "gibóia" naquela toca.
Passei, as mãos pela frente do seu corpo, segurei os dois peitos macios e volumosos e enrabei-a, como sempre gostei. Devagar..., e sem nenhuma pressa...
-Ahhnnhuumm.., isssfff..., enfiava tudo e tirava; ahhnnhuumm..., enfiava; isssfff..., tirava.
Em movimentos lentos e firmes.
- Ahhnnhuumm..., empurrava; isssfff..., tirava.
Ritmadamente, botando e tirando tudo... inteiramente. Fuque, fuque, pra dentro, pra fora...
Que loucura, sentia eu.
- Ahhnnhuumm..., isssfff..., ahhnnhuumm..., isssfff... E nesse ritmo, fodia e parava, fodia e parava, para controlar o tesão e prender a ejaculação por mais tempo e assim, poder usufruir mais daquela sensação maravilhosa.
Durante uns dez minutos, mais ou menos, mantive esse desempenho, regularmente, enquanto a menina permanecia quase imobilizada.
Imaginava-me assistido por uma platéia, que me aplaudia eróticamente, vendo-me através de um grande espelho na parede, à nossa frente, engatado naquele orificio, semelhante a um parafuso sem fim.
A menina suportou bem esses primeiros minutos de foda, sem nada dizer. Impassivel, submissa, indiferente.
Depois de algum tempo, porém, começou a ficar impaciente, mexendo com a bunda, revirando-se, resmungando, e pedindo para eu gozar logo.
-Goza logo, meu bem, goza gostoso nesse cuzinho. - insinuava.
-Mas eu gosto de demorar bastante, quando como um cú. - respondí.
-Mas eu nào aguento mais, acaba logo com isso. - insistiu.
Não falei mais nada e continuei dando profundas pirocadas no cú dela, com ritmo e firmeza.
-Ahhnnhuumm..., isssfff..., ahhnnhuumm..., isssfff...
-Que cuzinho delicioso filhinha! Nunca comi um cú assim. Você vai ganhar o meu leitinho quente de presente. - disse em alto brado, louco de tesão.
Coitada da menina! Na certa, pensava que eu fosse desses homens que enfia o pau num cú e goza logo. E pronto, acabou. Já fui assim, mas mudei.
Que nada. Ela ainda íria suar e gemer muito espetada na minha piroca.
A menina, então, começou a ficar desesperada para acabar com aquela enrabação. Rebolava, mexia com a bunda para frente e para trás, fodendo a minha piroca e fazendo tudo para que eu gozasse logo. Se eu gozasse, seria o fim - pensava ela. Aí é que eu gostava mais ainda. Era excitante!
-Rebola essa bunda, filhinha, rebola, - dizia eu - mexe bastante com esse cú na minha vara.
Por diversas vezes, quase gozei. Nessa altura, segurava firme a sua bunda, quase imobilizando-a, para controlar os seus movimentos, e evitar que, eventualmente, ela pudesse tirar a pica do cú. Aí, eu suspirava fundo, desviava a atenção para outra coisa e prendia a ejaculação. Depois, que passava a excitação, relaxava, tudo isso em ciclos controlados, que aumentavam ainda mais o meu prazer.
E ela, então, perguntava várias vezes.
-Gozou?
-Não, espera um pouco - dizia eu -, gosto de foder bastante no cu.
-Tira logo essa piroca daí... - reclamou, na quarta vez.
E rebolava mais, para me fazer gozar logo.
Eu continuava fodendo, tranquilamente... Não ía gozar tão cedo. Só na hora certa, quando quisesse, pois já estava acostumado a fazer isso. Tinha muita experiência em fodas assim. Afinal, uma bundinha daquela, eu tinha que apreciar bastante.
-Não aguento mais, está doendo, tira logo, já estou com o cu ardendo. - insistia.
Não sei bem há quantos minutos estávamos engatados.
Nessa altura, a menina suava, desesperada, de tanto levar pica no cú, apertando o travesseiro com as mãos, olhos fechados e feições contraídas, com uma imagem que eu via desfigurada através do espelho na parede.
Bem que, por várias vezes, ela tentou tirar o cú da pica, rolando o corpo para o lado. Mas eu a segurava firme e forte, abraçando-a pelo ventre, e ela não conseguiu o seu intento.
-Se você não aguenta, porque veio aqui tomar no cú? - perguntei - e agora pede pra acabar logo... Essa não, eu estou pagando para isso.
-Mas, é que está doendo, está ardendo muito. Estou com o cu pegando fogo - insistiu lamuriosamente.
Finalmente, após longo tempo, tive que chegar ao fim. Não consegui mais segurar a ejaculação.
-Ahhnnhuuummmm!...Ahhnnhuuummmm!... Ahhnnhuuummmm!...,
Ahhhmm!..., Ahhhmm!..., Ahhhmm!..., Issfff!..., Issfff!...
- Gozei, então, aos gritos, ecoando por todo o quarto os meus gemidos de prazer, blasfemando em altos brados:
-Cu gostoso! Cu gostoso! Ah! que delicia de cu! Ah! que maravilha! Adoro comer um cu, filhinha!...Adoro comer um cu!... Sente o meu leitinho quente... É pura vitamina... Leva pra casa de lembrança e conta pra sua mãe que você tomou no cu bastante, hoje. Você é galinha sem vergonha! Toma no cu, sua putinha safada! Filha da puta gostosa!
Gemia, gritava e estremecia em convulsões, nos estertores do gozo e do prazer. Via-me no espelho com as feições deformadas, transfiguradas sadicamente.
Gozei ma-ra-vi-lho-sa-men-te, com ejaculações abundantes, mantendo a piroca firme bem no fundo das suas entranhas, enquanto segurava os seus quadris com energia, sem libertá-la, ainda.
Demorei a tirar a pica de dentro, enquanto as ejaculações iam, aos poucos, se abrandando. E continuava de pau duro, rígido, pulsante, ardente.
Isso a irritou ainda mais.
Quando, finalmente, tirei a piroca, ví o seu cu contrair-se como uma rosa que murchasse repentinamente sem vida.
A menina deu um salto para fora da cama e correu para o banheiro, resmungando alguma coisa que eu não consegui entender.
E demorou muito a retornar ao quarto.
-Nunca tomei no cu tanto assim!...- disse ela, injuriada, quando voltou - você é foda mesmo. Nunca mais dou a bunda a você. Eu tomo no rabo, quase todo o dia, mas não gosto de demorar tanto, assim. Quando é no cu, os homens gozam depressa. Mas você é diferente dos outros.
E, vestindo a roupa, foi embora, saindo do quarto às pressas e deixando-me sozinho..
A menina pensava que ía ter moleza comigo, faturando uma grana, facilmente. Mas, enganou-se.
Quando me retirei, já na sala, a Rosinha olhou-me espantada e perguntou:
-O que foi que houve com vocês? - Ela saiu reclamando muito.
-Ué, - respondi - eu apenas a enrabei como gosto, devagar, sem pressa. Ela é que não gostou muito. Queria que fosse depressa, rapidinho.
-De homem assim é que eu gosto - respondeu a cafetina.
Sorri, paguei-lhe o preço usual e fui embora, feliz da vida, lembrando-me das suas palavras.
Foi uma experiência inesquecível, com aquela menina, mas nunca mais a encontrei. Ainda assim, enrabei muitas bundas naquele lugar, nos anos seguintes, principalmente a bunda da Dona Rosinha.
Depois daquele dia, em que ela me disse que "de homem assim é que eu gosto", tive que mostrar-lhe a minha arte plenamente, a ela, que gostava mesmo de "homem assim", como eu, em muitas vezes que voltei lá.
Dona rosinha, apesar de idosa e um pouco gorda, era uma "senhora galinha", uma "vaca perfeita". Tinha uma bunda enorme, do tipo que eu gostava, bem tratada, lisa, carnuda e rebolante. E adorava tomar no cu, de-mo-ra-da-men-te, sem pressa, nenhuma. Ela pedia sempre para socar a pica mais fundo no rabo. Nunca pediu para tirar o pau do cu, ou reclamou de alguma coisa. Estava sempre feliz e de bom astral quando levava uma vara na bunda, rindo, como uma criança brincando no parque. E nunca tentou expelir o esperma do cu, ficando com todo o liquido dentro do intestino. Sempre que eu botava no seu cu, ela ficava repetindo "me arromba, me arromba" o tempo todo, como, aliás, outras mulheres que conheci.
Os movimentos de vai-e-vem, lentos, firmes e ritmados, com o pau dentro, enlouqueciam aquela senhora. Ela vibrava desesperadamente, gemia, gritava, suspirava e blasfemava, dizendo diversos palavrões, que me faziam até rir. Aproveitei bastante sua longa experiência de puta velha.
Mas, os tempos mudaram, ela envelheceu demais e outras fodas melhores apareceram, noutros lugares mais interessantes Deixei de frequentar aquele bordel, finalmente.
Mas nunca mais me esquecerei daquelas duas mulheres: a menina e a Rosinha.

Autor: J. Ribeiro - maio/2010



Enviado por J. Ribeiro em 16/01/2018

 

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