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Adorei ser corno


Meu nome é Anselmo, tenho 40 anos e minha esposa se chama Tamara e tem 36, ela é branquinha de cabelos avermelhados, tem olhos verdes e um corpinho maravilhoso que deixa qualquer macho com tesão por onde ela passa, tem os peitinhos durinhos de bicos rosados, uma bundinha empinada e durinha, pernas grossas e cinturinha fina, tem mãos delicadas e os pezinhos lindos que me deixam louco de tesão, pois sou tarado por pés. Sempre fomos um casal muito safado na cama, e adoramos dizer sacanagens na hora da transa, sempre ficamos muito exitados e gozamos muito ouvindo as fantasias um do outro. A fantasia preferida da Tamara sempre foi transar com um cara que fosse bem cacetudo, ela sempre dizia que queria dar pra um pauzudo e queria muito gozar numa rola bem grande, eu quando ouvia ela dizer isso no meu ouvido, não conseguia me segurar e gozava feito louco imaginando a cena dela sentando em um pirocão. Nunca escondi dela meu desejo de ser corno. E ela sempre dizia que um dia ia realizar meu sonho. Era só conhecer a pessoa certa. Meu pau mede só 16cm, e eu tenho certeza que no fundo ela sempre quis experimentar um pauzão de verdade. Uma vez ela me confidenciou que o sonho dela era dar pra um macho roludo na minha frente e me fazendo lamber os pés dela, fiquei de pau duro na hora e não tirei mais essa fantasia da cabeça. Decidi então que ia realizar o sonho da minha esposa, mas tinha que ser com alguém discreto e de confiança, pois ninguém poderia ficar sabendo. Resolvi fazer uma surpresa pra Tamara, sem ela saber fiz contato com alguns caras na internet que se dizem comedores de casadas, e conheci um rapaz muito bacana chamado Beto, 30 anos, moreno, tipo fisico malhado, e o mais importante, uma rola grossa de 25cm, do jeito que minha esposa sonhava. Nos encontramos algumas vezes num bar pra conversar e acetar tudo, Tamara não podia saber que eu o achei na internet, tinha que parecer que ele era um amigo meu de anos, e que não nos víamos a muito tempo. Combinamos tudo e eu disse a minha esposa que traria um amigo no domingo pra um banho de piscina, que ele tinha trabalhado na empresa que trabalho, mas tinha saído fazia algum tempo, ela não desconfiou de nada e disse que tudo bem. No domingo, acordamos cedo, preparamos alguns petiscos e compramos bebida, Beto chegou na hora marcada, apresentei os dois e Tamara logo se simpatizou com o cara, bom de papo, e muito simpático, não foi dificíl pra ele despertar a amizade da minha esposa, os dois conversavam e davam risadas como se fossem velhos amigos, tudo estava dando certo. Volta e meia eu pegava Tamara olhando o volume do cacetão na sunga do Beto, ela mal conseguia disfarçar, eu tinha certeza que ela estava com a xota piscando, e já devia estar imaginando o que eu queria. Fizemos umas caipirinhas e Tamara logo ficou de foguinho depois que misturou com a cerveja, coloquei um pagodinho romântico no som pra tocar e ela me chamou pra dançar, daí eu disse que estava com as pernas um pouco doloridas do futebol e pedi pra ela dançar com o Beto, ela sorriu e disse tem certeza ? Falei que sim, que não tinha problema, os dois começaram dançar e eu disse que ia na cozinha pegar mais cerveja, fiquei escondido olhando e vi que os dois estavam bem colados, a rola do Beto já estava dura como tora roçando na xoxotinha da minha mulher, e ela estava com maior cara de tesão, dava pra ver de longe que estava adorando, vi quando Beto falou algo no ouvido dela e a safada sorriu, as mãos dele logo foram descendo e passando pela bunda de Tamara que com certeza já tava doida pra dar pra ele. Voltei da cozinha com as cervejas e ela disfarçou quando me viu, disse que ia no banheiro e já voltava, falei pro Beto que ela já tava no papo, que agora era com ele. Ele entrou na casa e disse pra ela que eu tinha ido na rua buscar mais cerveja, agarrou ela pelo pescoço e começaram se beijar na boca, eu vendo tudo por trás da janela escondido, Tamara com maior cara de tesão se entregando pra outro macho dentro da minha casa, ele afastou a parte de cima do biquini e chupou os peitinhos, as mãos deslizavam pelo corpo e a safada já gemia baixinho, ele falou no ouvido dela e não deu pra ouvir, mas ela afastou as pernas e ele enfiou os dedos na bucetinha enquanto mamava os biquinhos do peito, a essa altura Tamara nem se importava mais se eu ia chegar e pegar ela no flagra, ela estava entregue ao prazer, vi quando os dois foram pra sala e resolvi entrar na casa pra dar o flagrante, cheguei bem devagar pelo corredor e vi minha esposa de joelhos mamando o cacetão duro de Beto que estava sentado no sofá, nessa hora eu entrei e ela levou um baita susto, tentou disfarçar e me pedir desculpas, mas eu disse que ela podia ficar calma e continuar o que estava fazendo, disse que tava tudo bem, que eu queria aquilo desde o início, falei que tava com maior tesão, doido pra realizar nossa fantasia, ela relaxou e perguntou se eu tinha certeza, que depois eu não ia poder reclamar, falei que tava certo que queria, pra ele ir em frente. Tamara segurou firme na geba, olhou pra mim com cara de safada e disse: Era isso que você queria ? Ver sua mulherzinha trepando com um pauzudo ? Era isso safado ? Então agora você vai ver. Tamara começou lambendo o cabeção e foi descendo até as bolas, depois foi mordendo devagar cada centímetro, como se tivesse saboreando o cacete, depois mamou com maestria, chupou tudo até deixar bem babado de tanto que ela salivou, depois deitou no sofá toda arreganhada e levou uma chupada na xota tão bem dada que gozou feito uma puta no cio. Beto deitou no tapete e Tamara posisionou a cabeçona grossa na entrada da xota, depois foi descendo até entrar tudo, soltou até um gritinho de dor, mais depois sentou gostoso no cacete e cavalgou sem parar, gritando palavrões e gemendo feito vadia louca, dizia pro cara meter e fuder ela sem parar, até ela ficar toda arrombada. Olhava pra mim e dizia: Olha amor, olha que pau gostoso, olha sua vadia trepando amor, tá gostando tá amor ? Olha que cacetão enorme comendo a minha bucetinha amor ? Olha safado, tu tá gostando de ser corno né seu puto ? Eu respondendo que sim, que tava amando aquilo, e pedia pra ela trepar mais e mais. Ela pediu pra eu lamber os pés dela e eu obedeci, lambi e chupei cada pedacinho feito um cachorrinho enquanto ela se acabava na rola gigante. Ela gozou duas vezês sentada na pica. Eu também gozei só de assistir, nem precisei bater punheta. Beto se levantou, mandou ela ficar de joelhos e deu um banho de porra nos peitinhos, era tanta porra que escorreu pela barriga e deixou ela toda lambuzada. Os dois não pararam por aí, tomaram uma ducha juntos e foram pra nossa cama, fiquei numa cadeira vendo tudo, a piroca do cara estava feito ferro novamente, e ele pegou minha esposa de quatro e bombou firme na bucetinha, fazendo ela delirar de prazer enquanto olhava nos meus olhos. Teve uma hora que ela me pediu um beijo e eu na hora do tesão nem pensei e beijei na boca dela enquanto ela levava pica na xota. Nossa que delícia de beijo, cheio de tesão, nunca pensei que fosse tão bom ser corno, ver Tamara dando pra outro foi a melhor experiência da minha vida, ainda mais pra uma pica enorme daquelas. Beto ainda tentou comer o cuzinho da minha esposa, mas ela não aguentou, mesmo passando gel e tudo mais, ela pediu pra tirar, disse que o pau tava rasgando ela toda e a dor tava demais, olha que ele nem meteu tudo, foi só a metade. Ele ainda fudeu ela de ladinho segurando uma das pernas dela por um bom tempo, e os dois se beijando de língua e perguntando se eu tava gostando. Pra terminar, os dois treparam num papai-mamãe que acabou com uma gozada forte do Beto. Foram mais de duas horas de foda e muita sacanagem. Minha mulher se realizou, e eu também. Depois disso, ainda nos encontramos com nosso novo amigo algumas vezês, com minha esposinha dando muito a buceta pra ele é claro. Mais infelizmente ele foi morar em São Paulo e nunca mais nos vimos. Estamos procurando outro macho pirocudo que possa realizar nosso desejo, quando encontrarmos, contamos pra vocês. Abraço.



Enviado por Anselmo em 20/12/2017

 

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