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A prima da minha esposa


Me chamo Márcio, tenho 32 anos e sou casado com Débora de 30, na casa em baixo da nossa mora Denise, uma prima dela que tem 35 anos e está separada do marido e tem uma filha de 12 anos. Denise vive enfiada dentro da nossa casa o tempo todo, ela é mulata do tipo bem gostosa, e tem um bundão maravilhoso que deixa qualquer um tarado, sempre com shorts ou saias muito curtas ela desfila pra lá e pra cá na minha frente e minha esposa inocente nunca se importou. Sempre que minha esposa não está por perto, ela aproveita pra fazer algum tipo de brincadeira maliciosa comigo, sempre me provocando com cara de safada, já bati muitas punhetas me imaginando comendo aquele rabo gostoso. Eu sabia que Denise estava na maior seca, sem querer ouvi as duas conversando na cozinha e ela dizia pra minha esposa que tava com a xota pegando fogo e precisando de um pau bem grande e grosso pra apagar, fiquei com a pica estourando de tão dura ouvindo aquelas palavras saindo da boca da priminha, naquela noite eu quase nem dormi imaginando um jeito de comer a safada. No dia seguinte era minha folga, minha esposa saiu pra resolver uns problemas e só voltaria a tarde, a filha de Denise foi pra escola e só chagaria na hora do almoço, era a minha chance de atacar, o máximo que poderia acontecer era levar um fora, resolvi pagar pra ver, bati na porta e logo ela veio me atender com um sorrisinho sínico e usando uma camisolinha bem curta, perguntei em tom de brincadeira se tinha café pronto e ela mandou eu entrar e me perguntou: tem certeza que é café que você quer mesmo, Marcinho ? Tem coisa bem melhor aqui pra você !
Essas palavras soaram como um sinal verde e eu fui logo agarrando a safada e beijando na boca, minhas mãos mais que depressa já foram percorrendo aquela bunda maravilhosa, e o resto do corpo todo, Denise com voz de dengosa sussurrou: aiii Marcinho, não faz isso comigo não, assim eu não aguento. Arranquei a camisolinha e a calcinha, coloquei ela no sofá com as pernas bem abertas e caí de boca no bucetão depilado e com um gostinho leve de mijo, chupei com vontade e tesão arrancando gemidos e sussurros da safada, ela se contorceu toda e gozou na minha boca, suguei todo melzinho até a última gota. Depois ela retribuiu com um boquete maravilhoso e demorado, ela parecia que nunca tinha visto um pau tamanha gula que ela chupava, fazia tempo que eu não ganhava uma mamada assim, ela enfiava até minhas bolas na boca, o tesão foi tanto que acabei gozando e Denise engoliu toda porra. Fomos pra cama e começamos nos beijar e esfregar nossos corpos, mamei os seus peitos grandes e lambi o corpo dela todo até os dedos dos pezinhos, meu pau ficou duro feito rocha novamente e eu meti de uma vez só na buceta, fudemos gostoso na posição papai-mamãe, Denise me beijava e pedia pra eu meter, nem demorou muito e ela já tava gozando de novo com as pernas em volta da minha cintura, eu nem acreditava que tava ali comendo aquela mulher gostosa, botei ela de quatro e meti até o talo na buceta, ela gritava de prazer e dizia: soca esse pauzão gostoso, soca, soca filho da puta, mete nessa vadia, mete seu cachorro, safado, come essa vagabunda, mata minha vontade, me dá pau caralhooo...
Nossos corpos já pingavam de suor de tanto calor que fazia naquele quarto, depois de algum tempo metendo sem parar eu acabei gozando e enchendo a buceta de porra. Descansamos por uma meia hora, tomamos uma ducha pra refrescar e meu pau deu sinal de vida novamente, dessa vez eu pedi pra botar no cú, não podia terminar aquela foda sem comer aquele rabão, ela se apoiou com as mãos na parede e empinou bem a bunda, passei bastante sabonete no buraquinho e na cabeça do meu pau, encaixei na portinha, dei só uma empurradinha leve e o cacete deslizou pra dentro até o talo, agarrei Denise pela cintura e comi gostoso aquele rabo maravilhoso, ela gritava e pedia pra eu não parar, minhas pernas estavam até bambas, não aguentei mais aquela posição e pedi pra sentar na tampa do sanitário, ela veio por cima e sentou com o cú no meu pau, cavalgou e rebolou com a pica enterrada no rabo até soltar um berro que estava gozando, meu caralho já tava ficando esfolado de tanto meter no cú e eu não gozava, Denise pediu arrego no cú e enfiou na buceta de novo, depois de muito tempo, finalmente consegui gozar. Denise ficou feliz e satisfeita, disse que finalmente saiu da seca, e eu realizei meu sonho de comer aquela bunda. De vez em quando a gente consegue dá uma foda quando pinta oportunidade. Até hoje minha esposa não desconfia de nada. Denise continua entrando e saindo da minha casa como se nada tivesse acontecendo entre nós. Abraço a todos.



Enviado por Márcio em 11/06/2018

 

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